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O que eu aprendi com o Qi Gong

O que eu aprendi com o Qi Gong

Meu nome é Bruna Mello, sou estudante de psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pratico kung fu a 4 anos no instituto Wulindao.

Nestes anos, frequentando o instituto mesmo após dias cansativos na faculdade ou meses estressantes por consequência do vestibular, pude perceber o real significado de revitalização com a prática semanal do qigong.

Por mais exausta que eu estivesse, os exercícios despertavam o meu corpo e a minha mente, fazendo-me lembrar e me conscientizar a respeito de algo que não damos tanta importância na correria do dia-a-dia, a nossa respiração. 

Nossa rotina, sendo nós estudantes ou estagiários, trabalhando em nossa casa ou sentado à mesa de um escritório, possui, tanto o poder de nos manter no controle do nosso dia, quanto o de nos fazer ligar o piloto automático e nos sentir sufocados pelas tarefas repetitivas.

Quando introduzi o qigong - e o kung fu tradicional - na minha rotina, percebi que, na maior parte das vezes, podemos esquecer do fator mais essencial para nos sentirmos plenamente motivados e em harmonia com nossos sentimentos e princípios, nós mesmos.

O qigong adicionou o "eu" a uma rotina que, exclusivamente, se preocupava com horários, entregas, e-mails, mensagens e trabalhos, adicionando a dose saudável de egoísmo e individualismo que, acredito eu, seja vital para todos nós.

Supremamente
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